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25 de Julho: Dia do Motorista

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O Portal do Ônibus sempre apresenta matérias relacionadas a visitas e/ou exposições. Sempre destaca o potencial das aquisições e investimentos feitos pelas empresas para que se mantenham no sistema prestando o melhor tipo de serviço. Mostra sempre parte da história da empresa, sua rotina operacional, seus veículos, quadro de operadores, em suma, informações que dizem respeito a sua estrutura orgânica.

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Texto: Dorival Nunes Bezerra

Hoje, ao contrário do que costuma fazer, abrirá um espaço para prestar uma homenagem especial àquele que sempre contribui transportando a todos com segurança e eficiência e colabora estacionando o veículo nas posições e ângulos (conforme nossa orientação) para que possa fazer os melhores e mais variados tipos de registros nos eventos. Fará uma homenagem àquele que, dioturnamente, corta a cidade de extremo a extremo, enfrentando todo tipo de conflito (físico, emocional, mental, climático, de infraestrutura das ruas e/ou estradas por onde passa, trânsito caótico, enfim...) e ainda assim transporta a população com segurança e responsabilidade para os seus mais variados compromissos. Sim, é ele. Um profissional que nem sempre tem reconhecido o valor e a importância que merece: o motorista.

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Ser condutor de um veículo médio ou pesado, não é tarefa fácil e em se tratando de motorista de transporte coletivo, numa cidade como São Paulo, a coisa fica um pouco mais complexa. Enfrentar o trânsito de uma cidade grande exige muito mais que treinamento operacional funcional; exige, sobretudo, preparo emocional.

A dinâmica da cidade grande requer deslocamentos e conexões para os mais variados pontos (locais de trabalho, escolas, centros de compras massificados, hospitais...). Saber administrar isso com equilíbrio é bastante complicado devido aos diversos problemas que uma metrópole tem. Passar por esta situação vez ou outra é uma coisa, mas viver isso, diariamente, não deve ser nada agradável. Pois é, mas esta é a rotina de um motorista de ônibus que enfrenta este ritmo frenético da “selva de pedras” todos os dias.

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E não só isso: Não bastassem apenas os problemas estruturais enfrentados neste quesito (o inchaço das cidades e seus congestionamentos, pra citar parte deles), o motorista ainda tem que lidar com o emocional de cada personalidade que adentra no veículo e, muitas vezes, agir como se fosse um aplicativo (pra usar um termo “atual”) dando informações sobre ruas, bairros, outras linhas (e, as vezes, linhas de outras empresas), hospitais, e em algumas cidades tem que dirigir, cobrar, olhar portas, olhar documentos de idosos, apertar botão para liberar catracas, embarcar pessoas com necessidades especiais e atender às mais variadas e inusitadas situações durante seu percurso. Mas ele está ali, firme, transportando mais que gente: transporta sonhos, volições, aspirações, angústias, alegrias, expectativas, uma gama de coisas que estão para além do que o físico demonstra. E se nos detivermos ainda ao que “reza a lenda”, o dia 25 de julho é dia de São Cristóvão que, etimologicamente, significa “aquele que carrega Cristo”. Sentiu o tamanho da responsabilidade?

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É justamente por conhecer e entender toda esta dinâmica da rotina deste profissional que nós, do Portal do Ônibus, apresentaremos a seguir um pouco da história de vida de alguns destes profissionais, mostrando, inclusive, o quanto se orgulham de fazer o que fazem, apesar de tudo.

 


Francinaldo Sales Pereira

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Nasceu no Piauí, é solteiro, tem 30 anos, mora atualmente com mãe, duas irmãs (Amanda e Camila) e um sobrinho (Fabrício), tem ensino fundamental completo (parte concluído em São José dos Campos e Ensino Médio, num supletivo aqui em S. Paulo), é de uma família muito unida, é motorista de ônibus na MobiBrasil Transportes (zona sul) há 1 ano (foi cobrador durante 3 anos,  trabalhou 4 meses na manobra) e, segundo ele, conseguiu realizar o sonho de ser motorista apesar de algumas dificuldades encontradas pelo caminho - que também foram importantes fontes de aprendizado durante este período. Sua inspiração pra tornar-se motorista veio do pai: "esta inspiração, com certeza, veio de meu pai que dirigia ônibus também. Eu andava com ele desde criancinha e  acabei seguindo a profissão dele", diz Naldo. No desenvolvimento de sua atividade profissional considera os congestionamentos, os buracos e o estresse dos passageiros os aspectos mais complicados, mas mesmo assim segue contente porque seu prazer está no dirigir, no conduzir o veículo. Francinaldo gosta muito de ônibus então conhece bem seu  instrumento de trabalho e  descreveu, com perfeição, as características do seu veículo. Ao ser perguntado qual o modelo de ônibus que mais gosta de dirigir, respondeu que é o Vitória Scania 113. Ao ser indagado de como é ser motorista na cidade de S.Paulo ele respondeu que é bem complicado, mas que o amor que sente pelo ônibus (ressaltava isto constantemente na fala), por dirigir aquele veículo é maior e acaba superando qualquer adversidade ou problema enfrentados no dia a dia. Ele disse se sentir motivado no exercício da profissão, porque pequenas ações como parar bem próximo à guia, às vezes, insistir para que pessoas cedam o lugar garantido por lei para os idosos, lhe traz reconhecimento não só deste público, mas do geral. Este reconhecimento acaba sendo o estímulo para que ele continue desenvolvendo sua tarefa com muito prazer e satisfação. "hoje eu tenho certeza que gosto mesmo é de fazer isso aqui, dirigir um ônibus, e não vou abandonar isso por nada. Meu prazer está aqui e é aqui que pretendo ficar: no comando desta máquina, declarou ele sempre com entusiasmo na explanação. Se pudesse voltar no tempo, disse que não mudaria nada, pois seu objetivo era ser motorista e depois de uma grande batalha, com a força de Deus.  ele conseguiu.

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Sandro Macedo Gomes da Silva 

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Nasceu em São Paulo, é casado, tem 40 anos, atualmente é motorista da Sambaíba Transportes Urbanos e trabalha nesta empresa há 9 anos. Embora tenha iniciado como cobrador, desde sempre desejava ser motorista (algo que aliás, disse ao gerente, logo após a entrega do currículo, no momento de sua entrevista). Antes, era copeiro de uma padaria próxima a sua região. Tem o Ensino Médio completo (finalizado num curso de suplência), porque (segundo ele) foi criado sem pai e a mãe teve que trabalhar desde cedo para o sustento da casa. Isso dificultou um pouco as coisas e ele (sem incentivo de ninguém) não aproveitou a disponibilidade pro “tempo de escola”. Considera a família o que tem de melhor por tudo o que ela lhe representa e proporciona (paz, tranquilidade, bem-estar, é tudo pra ele). Embora desde cedo pensasse em ser motorista, disse que foi mais a necessidade que o fez procurar o setor. Já procurava emprego há um tempo, sem sucesso. Ficou sabendo da admissão de cobradores e resolveu tentar... De acordo com Sandro, tudo aconteceu muito rápido e desde então faz parte do quadro de operadores da empresa. No desenvolvimento de sua profissão considera mais complicado o lidar com pessoas das mais variadas personalidades e comportamentos: “Meu trabalho exige muita paciência pra lidar com pessoas de diferentes personalidades e isso já vem desde sua casa: se você não estiver bem desde a saída de lá, dificilmente se consegue manter uma tranquilidade pra fazer o que sua profissão te pede”, declarou. Apesar de gostar de dirigir, Sandro disse conhecer pouca coisa sobre o ônibus e sua configuração. “Sei o básico: nome do fabricante do chassi, da carroceria, mas acho que não diferencia tanto na hora de conduzir, porque quando você senta ali, dá o seu melhor. É lógico que vai mudando a tecnologia e a empresa te dá alguns cursos sobre estas mudanças e você desenvolve naturalmente”, afirmou. O que o estimula no desenvolvimento de sua atividade é o gostar de dirigir e lidar com pessoas (apesar das diferenças citadas acima). Ele declarou que acha gostoso ser motorista na cidade de São Paulo (embora a maioria das pessoas pense ser muito complicado), porque, segundo ele, está acostumado com a adrenalina e com tudo o que acontece e chega a sentir falta quando não vive isso. Acha, evidentemente, que muita coisa poderia melhorar, mas enquanto não ocorre, vai desenvolvendo conforme as circunstâncias. Ele afirmou que, mesmo se pudesse, não mudaria de profissão, porque gosta do que faz e se voltasse no tempo, a única coisa que faria era estudar mais. Mesmo assim segue satisfeito com sua atividade porque gosta de dirigir ônibus.

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Emílio Antonio Torres

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Nasceu em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, tem 48 anos, é separado, tem 2 filhos. É motorista da Planalto Transportes, de Santa Maria, há quase 2 anos. Trabalha no setor de Curitiba. Ele disse que começou como motorista em 1991, mas antes trabalhava como cobrador de ônibus do seu pai. Desde cedo, Emílio fazia linhas com ele e, em 1988, o pai decidiu colocá-lo na empresa. Dentro da empresa e já com habilitação, passou um tempo na manobra, porém a oportunidade de conduzir um veículo pesado na estrada veio fora desta empresa, primeiro com caminhão - dirigiu carreta um bom tempo – Uber e depois com ônibus (já com certa experiência na condução). Dirigir veículo de peso parece que já estava no sangue da família, então, a inspiração para o exercício da profissão veio do seu pai que dirigiu caminhão, ônibus, táxi também, além de tios que também faziam o mesmo, sempre transportando pessoas. “Eu gosto muito do que faço, amo profundamente, porque ser motorista não é uma coisa tão simples quanto pode parecer. Há uma responsabilidade muito grande nessa tarefa, pois o que levamos é muito precioso: são vidas que, muitas vezes, vão atrás de outras riquezas que são seus entes queridos, eles são amores de outros amores que os aguardam em outro destino, são bens valorosos de outro bem (eu, pensando no sentido de ser condutor rodoviário). Então, toda atenção, todo cuidado, tudo aquilo que posso fazer no desenvolvimento da minha tarefa, eu faço. Aquelas pessoas, quando estão dormindo no interior do veículo na estrada, mesmo sem saber, confiaram suas vidas a mim, no meu desempenho, nas minhas habilidades. Sentir toda esta confiança, faz bem pra mim e me motiva a fazer cada vez melhor esta profissão, por isso faço como se todos ali dentro fossem da minha família, zelo para que tudo na viagem ocorra da melhor maneira possível, pra todos nós”, declarou. Segundo ele, a permanência nesta profissão se dá pelo fato do gostar primeiramente de dirigir, pelo respeito, pelo carinho e a consideração com que é tratado por todos (clientes, colegas de trabalho em geral). Ele tem um bom conhecimento sobre seu instrumento de trabalho (detalha carroceria, chassi, modelo...) Está muito satisfeito com a profissão e com a empresa à qual presta serviços e, ao ser indagado pudesse trocar hoje de profissão, talvez fosse piloto de avião, algo que sempre gostou também. Emílio finalizou a entrevista mandando uma saudação a todos os motoristas, indiferente do segmento, seja de ônibus urbano, rodoviário, de caminhão, de carreta, de transporte de coleta e entrega, de Uber, de táxi, um abraço e que Deus abençoe a todos. Pediu para todos continuarem sempre exercendo as suas atividades com amor e carinho devido a importância de cada um para todos. 

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Mônica Ferre

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Nasceu em São Paulo, tem 50 anos, é divorciada, mãe de 2 filhos. Filha de pais paranaenses, sem estudo, que vieram para São Paulo em busca de melhores condições. É formada em Direito pela faculdade Anhanguera, há pouco mais de 1 ano. Atua como motorista de ônibus da viação Guaianazes de Transporte Ltda, em Santo André-SP. Casou-se muito cedo e isso lhe custou um pouco a liberdade para fazer algumas coisas, reforçar estudos e/ou ampliá-los (ela já havia feito secretariado, Senai, já tinha estado na CTBC), pois seu marido reforçava a conduta da maioria dos homens da época - embora ainda hoje existam alguns destes - (todos sabemos que “papel” é exigido pela mulher em nossa sociedade). Mesmo assim, com a ajuda de seu pai que considerava inadmissível uma mulher se restringir a tão pouco, abrindo mão de sua capacidade, de sua potencialidade para outras funções e não somente para dedicação plena ao lar, tirou habilitação (sem que o marido soubesse). Uma vez separada, depois de 20 anos de casada e com duas crianças pequenas, teve que começar do zero. Tinha pouca experiência profissional conseguida antes do casamento, (havia trabalhado, aos 14 anos, como feirante, como costureira, depois como operária pra Alpargatas) iniciou sua nova vida profissional como faxineira, no SindSaúde. Dali, gradativamente, foi ascendendo para outros postos neste mesmo local (foi copeira e depois de ter feito um comentário numa reunião, foi promovida para funções de escritório). Saindo dali, começou a fazer o transporte de passageiros (foi taxista por um tempo) segundo ela, sem conhecer nada da cidade (risos no momento da fala) e depois de um processo seletivo, conseguiu entrar na turismo Bozzato. Mônica, desde sempre, queria dirigir um ônibus, mas nesta empresa, as mulheres dirigiam apenas vans. Quando saiu da Bozzato, já com experiência em transporte, procurou a Rigras (que também não admitia mulheres para dirigir ônibus) e a Viação Ribeirão Pires, sem sucesso. Decidiu mudar a cidade na busca de emprego e em São Bernardo, conseguiu, então, trabalhar na SBCtrans, dirigindo por um tempo os micrões Sênior 2005, OF 1218. Saindo de lá, decidiu tentar algo em Santo André e chegou à viação Guaianazes de Transporte Ltda, onde está há 5 anos. Começou num micrinho e hoje opera um modelo convencional. “Meu pai, sempre me incentivou muito (na verdade, acho que ele não gostava do meu marido – risos) a ser independente e a fazer as coisas acontecerem. Dizia que tínhamos que explorar nossas habilidades e por em prática. Ele não se conformava com a ideia de eu ter “abandonado” meus estudos, minha vida, pois sempre quis que eu estudasse e me destacasse profissionalmente. Meus pais achavam muito importante estudar, porque não tiveram a chance e sabiam o que enfrentaram por causa disso”, declarou. Ela acha que o mais complicado hoje no desenvolvimento de sua tarefa é congestionamento que provoca um estresse em todos – motoristas, passageiros, pedestres. “Todos têm muita pressa e pouca paciência e, às vezes, descontam tudo isso na gente, como se tivéssemos culpa do trânsito e dos atrasos nos nossos horários”, disse. Ao ser perguntada se mudaria alguma coisa se pudesse voltar no tempo, ela disse apenas que teria feito tudo com mais calma, com mais tempo. Teria estudado mais quando “tinha tempo”. No mais não se arrepende. Também disse estar muito satisfeita com a atual profissão, pois foi quem lhe garantiu a concretização do “seu sonho” que era ser advogada (algo conseguido recentemente). 

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André Mendonça das Neves

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Natural de São Paulo, casado, tem 38 anos,  tem o ensino fundamental completo (por escolha, já que teve oportunidade de estudar tudo o que podia e optou por trabalhar cedo). Ele começou sua carreira como cobrador de “lotação” (na época dos clandestinos) durante 10 anos e operou com tudo, Topic, Kombi, Sprinter, Ducato, Volare A6 e, assim que adquiriu idade para ser motorista, tornou-se um. Hoje é motorista da Norte Buss Transportes. Já está na área há 14 anos. André considera a família (seu pai, sua mãe, seu irmão) a base tudo. Fala deles com muito amor e muito respeito por cada um devido a tudo que eles fizeram pelos filhos e também pela importância deles na sua formação pessoal. Ele disse que faz qualquer coisa para que sua família perceba sua gratidão e seu amor por eles. Segundo André, a inspiração para sua escolha profissional foi seu pai: “Quem me inspirou a ser motorista foi meu pai. Sempre meu pai. Meu pai é tudo pra mim. Meu pai é meu espelho, meu super-herói e por isso sempre quis ser igual a ele” afirmou. No desenvolvimento de sua tarefa, no que se refere à dificuldade, ressaltou que muita coisa mudou desde seu início, mas o que mais nota é a falta de paciência das pessoas, a falta de amor ao próximo e isso atrapalha um pouco o processo, relatou. Tem consciência de que ser motorista na cidade de São Paulo não é nada fácil devido ao trânsito, à rotina da cidade e das pessoas, suas personalidades, o estresse, mas disse que consegue lidar com isso numa boa: “quando a gente ama o que faz, tira de letra, qualquer obstáculo”, comentou. Quanto ao ônibus, tem um bom conhecimento sobre o veículo, pois fez comentários e utilizou descrições precisas (encarroçadora, chassi, modelo, ano, enfim...) de sua ferramenta de trabalho. Sua principal motivação para exercer esta atividade profissional vem do fato de sempre ter gostado muito de dirigir e, de sobretudo, de ônibus. Quando perguntamos se ele mudaria de área se pudesse,  disse que não, pois é o que ele mais gosta de fazer e que pretende se dedicar até o dia de sua aposentadoria. Se pudesse voltar no tempo, ressaltou que não mudaria nada, porque acha que está tudo conforme seu planejamento, seus objetivos. No final da entrevista, ele pediu autorização para publicar algo que vem a ver com sua trajetória de vida e o Portal do Ônibus abriu o espaço. “Houve um tempo em que eu tive sonhos, talvez sonhos pequenos, mas ainda sonhos. Depois a gente cresce, a vida toma um caminho diferente e a gente nunca mais se lembra deles. E um dos meus sonhos era o de ser motorista de ônibus. Claro, se pudesse eu também teria sido jogador de futebol, mas o meu sonho mesmo, palpável e possível de acontecer, era muito mais humilde. Não que fosse pouca coisa, dirigir um ônibus. Pelo contrário, eu não podia pensar em um jeito melhor de passar a vida. E não é que eu quisesse ser motorista daqueles ônibus grandões, com dois andares, com direito a cama, frigobar e cascata com filhote de jacaré. Não, eu não queria dirigir um ônibus de turismo: queria dirigir um daqueles ônibus triviais que fazem o transporte urbano das nossas cidades, aqueles ônibus que, no interior, ainda são chamados de “lotação”."

"Dedicação, respeito à profissão e um amor incondicional ao mundo dos ônibus.”

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Nossos mais sinceros agradecimentos a todos os motoristas que sempre nos acompanham e nos ajudam a fazer, como dito no início do texto, as fotos nos melhores ângulos em todos os eventos que organizamos, que nos auxiliam e nos conduzem sempre  com toda segurança e tranquilidade. Muitíssimo obrigado também a estes motoristas que nos doaram um pouco de seu(s) tempo(s) e nos ajudaram na produção destas histórias incríveis. Acreditar e buscar são  as lições que ficam. Sempre é tempo de ser feliz, afinal, a vida é este instante, é agora! Fica aqui o abraço de toda equipe do Portal a todos os condutores, independente de segmento. Obrigado por ter escrito conosco mais um capítulo da história do transporte.